terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Processo de integração económica

1. Indica os seis níveis do processo de integração económica propostos por Bela Balassa.
Os seis níveis do processo de integreção económica propostos por Bela Balassa são : Zona de comércio livre; União Aduaneira ;Mercado Comum; União Económica ; União Monetária ; União Política

2. Identifica alguns dos momentos mais significativos da história da Europa.

3. Verifica que o grande objectivo do processo de integração económica na Europa foi a paz, e doutra forma não seria possível alcançar o desenvolvimento económico de que desfrutamos hoje. Copia os títulos associados a cada década da construção europeia.
Uma Europa pacífica – Início da cooperação; Os anos 60 – Um período de crescimento económico;Uma Comunidade em expansão - O primeiro alargamento;A fisionomia da Europa em mutação – A queda do Muro de Berlim;Uma Europa sem fronteiras;Uma década de expansão.


4. Justifica o insucesso relativo de outras experiências de integração quando comparadas com a europeia.



5. Distingue alargamento de aprofundamento.

6. Discute em que medida o processo de integração económica significa "perda de soberania".

7.

  • "Sempre que se procura uma justificação para a integração europeia, existe a tendência para se olhar para trás. Ressalta-se que a integração europeia baniu o fantasma da guerra do antigo continente. E, de facto, a integração europeia conseguiu que a Europa usufruísse do mais longo período de paz e prosperidade desde há muitos séculos.

    Mas esta perspetiva, apesar de correta no seu todo, também é incompleta. Existem tantas razões para se lutar por uma "união estreita" na Europa hoje como havia em 1945 e estas são todas orientadas para o futuro."
    Jean-Claude Trichet foi Presidente do Banco Central Europeu (2003-2011)


a) Identifica os motivos apontados por Jean-Claude Trichet para justificar uma "união (mais) estreita" na Europa.

b) Discute se esta "união (mais) estreita" na Europa significa, ou não, perda de soberania para os Estados-Membros.

A queda do regime de Salazar em Portugal em 1974 e a morte do general Franco em Espanha em 1975 põem fim às últimas ditaduras de extrema direitana Europa. Os dois países empenham-se na instituição de governos democráticos,o que constitui um passo importante para a adesão à Comunidade.
1 de Maio de 2004
Oito países da Europa Central e Oriental (Estónia, Eslováquia,Eslovénia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia e RepúblicaCheca) aderem à União Europeia, pondo termo à divisão da Europa decidida em Ialta 60 anos antes pelas grandes potências. Chipre e Malta aderem igualmente, enquanto a Bulgária e a Roménia o deverão fazer em 2007. A Croácia e a Turquia são também dois países candidatos à adesão.

Proteccionismo versus comércio livre


Proteccionismo versus comércio livre
Imaginem-se dois países, A e B, produzindo o mesmo produto. Para simplificar ignorem-se os custos de transporte e admita-se que no país A os custos unitários ficam em 50 € enquanto que no país B se elevam até 100 €. Havendo comércio livre só alguns nacionalistas ferrenhos continuarão a comprar o produto nacional, visto que custa o dobro do produto estrangeiro. Como o “nacionalismo” é insuficiente, o Governo do país B tenta evitar que as suas empresas entrem na falência e os seus trabalhadores fiquem desempregados. O proteccionismo é a política do Governo do país B que o legitima a proteger as suas empresas e os seus trabalhadores obrigando os produtos oriundos do país A pagar direitos aduaneiros. Se produto do país A pagar 50 € de direitos aduaneiros à entrada no país B, quando o consumidor o encontrar na prateleira do hipermercado ao lado da produção do país B, os produtos apresentarão preços semelhantes apesar da enorme diferença em termos de eficiência económica.

O comércio livre, ou liberalismo caracteriza-se pela redução e/ou eliminação dos direitos aduaneiros ou de outras barreiras à livre circulação dos produtos (por exemplo, contingentes e normas técnicas).
1. Defina proteccionismo.Sistema que consiste em proteger a agricultura, o comércio ou a indústria de um país contra a concorrência estrangeira, por meio de um conjunto de medidas (limitação das importações pela instituição de tarifas alfandegárias ou pela subordinação ao sistema de licença prévia de importação; incentivo à exportação pela liberação do pagamento de impostos; estabelecimento de controle cambial).

2. Refira algumas formas de facilitação das exportações associadas ao proteccionismo, explicando porque são menos "transparentes".  .Subsídios ás exportações; Dumpinnhg; Desvalorização da moeda. São formas de proteccionismo injustas porque torna as exportações artificialmente mais baratas
 
3. O proteccionismo pode justificar-se, temporariamente, no caso das "indústrias nascentes". Justifique.
 As empresas para conseguirem estar integradas nos mercados, tem que ter como objectivo desenvolver a sua indústria para poderem concorrer com as outras, pois se não tem esse objectivo como principal podem estar sujeitos a falência
 
4. Defina comércio livre.
Comércio livre é um sistema em que todos os estados adevogam o comérci0 internacional livre sem quaisquer barreiras alfandegárias ou técnicas

5. Como consumidor tem alguma dúvida na opção entre proteccionismo e comércio livre? Justifique.
Enquanto que o proteccionismo é um sistema em que os estados com objectivo declarado de proteger os sectores económicos nacionais, colocam entraves ao comércio internacional livre, o comércio livre é um sistema em que todos os estados adevogam o comércio internacional livre sem quaisquer barreiras alfandegárias ou técnicas. Ao observarmos esta ideia chegamos á conclusão que como consumidor prefere-se o comércio livre já que não existem entraves nem outros obstáculos a impedirem as compras no comércio nacional e internacional e sobretudo os preços ficam mais baratos.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Financiamento do défice da BC e Indicadores do Comércio Externo

Em que percentagem a Balança de Serviços contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2008; 

 28.72469422
 b) em 2009;
33.63680602
c) Em 2010.
36.85430022


2. Em que percentagem a Balança de Transferências contribui para o financiamento da Balança Comercial;

a) Em 2008;

10.71951967
b) em 2009;
11.99649907
c) Em 2010.
11.94897638


39.44421389 
b) em 2009; 45.63330509
c) Em 2010. 48.8032766
4. Explica a diferença entre a Balança Comercial a
3. Em que percentagem ambas as rubricas acima indicadas (B. Serv. + B. Trf.) contribuem para o financiamento do défice da Balança Comercial.

a) Em 2008;
preços correntes e a preços constantes (base=2006).

5. Importa do PORATA os dados referentes à
preços constantes (base=2006) e constrói um gráfico representando a evolução das exportações e das importações de 1996 a 2010.

6. Utilizando os mesmos dados do ponto 5. e o valor do
PIB a preços constantes (base=2006) , constrói outro gráfico representando a evoluçao da Taxa de Cobertura e do Peso do Comércio Externo. Comenta ambos os gráficos

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Balança de Pagamentos 2008 – 2010

2. Indique a rubrica da Balança de Pagamentos que apresenta saldo mais desfavorável. Justifique.
O saldo mais desfávoravel é o da Balança Comercial,porque é a rubrica que apresenta mais valores negativos.O défice da Balança Comercial diz-se estrutural, porque deriva do sobdesenvolvimento da própria economia.
Portugal é o único país da Europa Ocidental  onde o sector secudário( Indústria ) nunca foi percentualmente mais importante na estrutura sectorial do PIB ( % do PIB pelo sector I,II e III). Este problema da economia portuguesa resoltou de uma política deliberada do Estado Novo.(1926-68 com Oliveira Salazar e 1668-74 com Marcelo Caetano) pois supostamente, gandes aglomerações industrias arrastariam consigo uma população urbana com maior capacidade reivindicativa e maior mobilidade politíca que a da população rural.

3. Entre as rubricas da Balança Básica, indique as que apresentam saldo favorável para a nossa economia. Justifique.
A Balança Básica inclui a Balança de Capital e a Balança de Transações Correntes. Saldo favorável para a nossa economia significa saldo positivo. É o caso das seguintes rubricas :

Balança de serviços-  Porque designadamente no Turismo,registase um volume de entradas de divisas muito superior ao de saídas. Em fretes de transporte e seguro sucede o inverso, mas como as receitas de turismo são muito superiores, acabam por compensar.
Transferências unilaterias -  Induem as trasferencias públicas( entre Estados) e as transferências privadas (entre particulares)
As transferências privadas já foram um fluxo importante de entrada na nossa economia de 41950 a 1973/74 quando os emigrantes portugueses no Brasil, Venezuela, França, Alemanha e Suiça, e entre outros distinos da diáspora portuguesa, enviavam para os seus familiares em Portugal as denominadas remessas de emigrantes. Entretando o fluxo migraqtorio inverteu-se, e desde os anos 1990 que o volume de remessas de emigrantes em Portugal (PALOP'S, e mais recentemente alguns países do Leste)  constitui uma sangria da economia Portuguesa. Adicionando as tranferências públicas com as transferências privadas o valor é positivo significando que a ajuda Europeia a Portugal ainhda é suficiente para cfobrir a referida sangria de divisas. 
Balança de Capitais- Regista Empréstimos e Investimentos an medio e a longo prazo. A soma é positiva p'orque ambas as parcelas o são :
Emprétimos tem valor positivo porque o volume de empréstimos concedidos a Portugal é superior ao volume de um empréstimo concedidos por Portugal. 
Investimentos directos tem valor positivo porque o volume de insvestimento das empresas estrangeiras em Portugal é muito superior investimentos das empresas portuguesas no exterior.

 4. Curiosamente, Balança Básica + B Financeira deu o simétrico de um valor de que já dispunha. Justifique 
Tal como no balanço de uma empresa o activo menos o passivo (incluindo a situação liquida) dá 0 da balança de pagamentos, a Balança Básica menos a Balança de Financiamento também deveria dar 0.Na realidade não dá devido a discrepancias estatísticas que são contablizadas na rubrica "erros e operações".

 5. Comente a evolução da cobertura do saldo da Balança Comercial pela Balança de Serviços de 2008 a 2010. 
A percentagem em que a Balança de Serviços cobre o défice da Balança Comercial apresentou valores crescentes de 2008 a 2010.
De 2008 para 2009, quer o défice da Balança Comercial, quer o superávite da Balança de Serviços decresceram, mas o decréscimento do défice da primeira foi maior que o decréscimo do superávite da segunda.
de 2009 para 2010, quer o défice da Balança Comercial, que o superávite da Balança de Serviço aumentaram, mas a Baloança de Serviços subiu relativamente mais que a Balança Comercial.

6. Previsivelmente em 2011 a Balança de Serviços cobrirá o défice da Balança Comercial numa percentagem superior à de 2010. Fundamente esta previsão utilizando os dados que calculou.
Em Julho de 2011( 88,31) a Balança de Serviços cubriu o défice da Balança Comercial numa percentagem superior a registada em Julho de 2010 (77,21). Na actividade economica registada só até Julho de 2011 a Balança de Serviços cubriu o défice da Balança Comercial em 44.76% ...... 

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Efeito da adesão ao Euro sobre a política económica portuguesa

1.Identifica as políticas utilizadas no quadro do Programa de Estabilização Económica. Cambial, Monetária, Preços e Salários e Orçamental.


2. Indica duas medidas de política económica associadas a cada a uma das políticas acima identificadas.

Cambial- desvalorização programada do escudo e sobretaxa de importação.

Monetária- subida das taxas de juro, limites imperativos á expansão do crédito.

Preços e Salários- Liberalização e aumento de alguns bens e serviços, fixação de um limite para o aumento dos salários.
Orçamental- aumento de alguns impostos, contenção das despesas publicas.
Como os objetivos do Estado são sempre os mesmos, e os resultados não são visiveis, passa a existir então, um certo desinteresse por parte dos cidadãos portugueses.

3. Identifica os objectivos prosseguidos pelo Programa de Estabilização Económica.Redução do défice da BTC, controlo da inflação e estabilização do desemprego.

Como os objectivos a atingir pelo Governo, hoje , continuam a ser os mesmos, mas dispõem de menos políticas ao seu alcance, comente o grau de dificuldade das suas tarefas e a falta de interesse dos cidadãos.
Como os objectivos dos Estados são sempre os mesmos, e os resultados não são visíveis, passa a existir um certo desinteresse por parte dos cidadãos portugueses.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Exemplos de Intervenção do Estado na Economia

Refere-te a cada uma das falhas de mercado, justificando a intervenção do Estado. Ilustra a tua resposta com exemplos da realidade portuguesa.


Ineficiência- (intervenção do governo) incentivo á concorrência; intervenção nos mercados; apoio de atividades de beneficiência. Quanto aos exemplos da atualidade são: leis anti-trust, desregulação; leis anti-poluição; imposiçoes anti-tabagismo; criar sistemas de orientação; promover a educação pública.

Desigualdade- (intervenção do governo) redistribuição do rendimento. Quanto aos exemplos da atualidade são: impostos progressivos sobre o rendimento e riqueza/ programas de apoio ao rendimento (por ex: senhas de alimentação).

Problemas macroeconómicos- (intervenção do governo) estabilizar atraves de politicas macroeconómicas. Quanto aos exemplos da atualidade são: politicas monetárias (por ex: alteração na oferta da moeda, taxas de juros); politicas orçamentais (por ex: programas de impostos e despesas).

Crescimento económico lento-
(intervenção do governo) estimular o crescimento.Quanto aos exemplos da atualidade são: melhorar a eficiência a administração fiscal; aumentar a taxa de poupança nacional ao reduzir o défice, ou aumentar no excendente orçamental.

Assim qualquer um sabe governar

Os esforços exigidos e os que se anunciam não têm qualquer justificação. São uma teimosia de um monetarista que não se interessa pelas causas do défice, mas simplesmente pelo seu equilíbrio, para “recuperar a confiança dos mercados”, afirmação que por si só revela na actualidade, “uma completa falta de percepção do que se está a passar na economia internacional”.

Pedro Lains compara as propostas de Vítor Gaspar com o “ajustamento profundo” do Chile nos anos 1980, para concluir que a sua estratégia está “profundamente desactualizada e mesmo errada”.

Vítor Gaspar terá perdido a legitimidade para conduzir a política económica quando utilizou “uma carta fora do baralho: a contracção sem limites de salários - e mais aumento de impostos. Assim qualquer um sabe governar”.

Há alternativa? Claro que há. A primeira coisa a fazer é “começar por reconhecer as causas das coisas”.


1. Verifique que tomar medidas sem ter em consideração as causas dos fenómenos é revelador de uma atitude doutrinária.
Ninguém pode tomar atitudes baseando-se na fé, mas este governo guia-se pela fé no funcionamento dos mercados.
2. Indique os pontos em comum apontados por Pedro Lains entre a actualidade de Portugal e o Chile dos anos 1980.
Rendimento per capita baixo seguramente.
3. Justifique o título do artigo “Uma carta fora do baralho”.
Carta fora do baralho porque esta politica não foi apresentada na campanha e sufragada.

4. Em Economia, antes de tomar decisões é necessário “começar por reconhecer as causas das coisas”. Mostre a necessidade de uma a científica para resolver os problemas económicos.
Observa-se a realidade, constróiem-se hipóteses para verificar se as mesmas são válidas.
5. Critique dois aspectos da agenda de transformação estrutural da economia portuguesa referidos no artigo de Nicolau Santos, abaixo.
Flexibilização do mercado de trabalho (que nos permitirá trabalhar com regras cada vez mais próximas dos chineses) e a reforma do sistema judicial (de que, até agora não tivemos nenhuma noticia).
Observa-se a realidade, constroiem-se hipoteses explicativas e depois testam-se as hipoteses para verificar se as mesmas são válidas.

O papel económico do Estado

Explícita as principais funções económicas do Estado.
O governo aumenta a eficiência ao promover a concorrência, ao combater externalidades, como a poluição e ao fornecer bens públicos; o governo promove a equidade, ao usar os impostos e programas de despesa, de redistribuir o rendimento a grupos especificos; o governo estimula o crescimento e a estabilidade macro-económicos- reduzindo o desemprego e a inflação enquanto estimula o crescimento económico- atraves da politica orçamental  e da regulação monetária.

A mão invisível de Adam Smith

1. O que entende por " Mão Invisível"?
 A "Mão invisivel" é o mecanismo dos preços.

2. Sob certas condicionantes restritivas, uma economia concorrencial é eficiente. Explicita o que se entende por uma economia produzir eficientemente.
Quando não pode aumentar o bem-estar económico de alguém, sem piorar o de outro indivíduo.
3. Se a “Mâo Invisível” funcionar eficientemente, a intervenção do Estado na economia quase de certeza que é prejudicial. Justifica.
Se a mão invisivel funcionar corretamente, nas falhas de mercado, externalidades ao mercado ou repartição do rendimento, a doutrina da mao invisivel de Adam Smith deixa de funcionar e o governo será tentado a corrigir. Mas sem esses três factores, a mão invisivel de Adam smith funciona na perfeição, sem ser preciso  a intervenção do estado.

4. Identifica os três motivos que Samuelson refere de alcance limitado para a doutrina da “Mâo Invisível”.
Falhas de mercado- tem a ver com os monopólios e outras formas de concorrencia imperfeita. Externalidades ao mercado- externalidades positivas como as descobertas cientificas e negativas como a poluição, repartição do rendimento- politica eticamente incorreta.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Estado Noções e funções

1.Verifique que a intervenção do Estado na economia não é consensual.
A intervenção do estado não é consensual, pois nem toda a gente pensa a mesma coisa sobre o estado, agora estamos a pessar pelo estado minimo.


2. Explicite os fundamentos ideológicos das posições doutrinárias apresentadas por SAMUELSON.
Os fundamentos ideológicos de samuelson são: que até ao século XIX foi a era do laissez-faire (deixa andar), esta ideologia aponta para que o estado interfira o menos possivel, mas á cerca de um século o papel do governo expandiu-se continuamente regulando os mónopólios, cobrando impostos sobre o rendimento e começando a assegurar seg.social aos idosos, desempregados e pobres, designado por- Estado Providência.


3. Relacione a globalização das economias com a viragem assinalada por volta dos anos 1990.A viragem mais radical em relação ao mercado ocorreu na rússia e nos paises socialistas na europa leste, em 1990 estes paises começaram a abandonar o planeamento central e iniciarem a dificil transição para uma economia de mercado descentralizada.

4. São elementos constitutivos do Estado a população, o território e o poder político.

a) Defina Estado.Conjunto das instituições (governo, forças armadas, funcionalismo público etc.) que controlam e administram uma nação"; "país soberano, com estrutura própria e politicamente organizado.
.0c) Dê exemplos de Estados que não correspondem a Nações.

Estado Vaticano.


d) Dê exemplos de Nações que não constituíram os seus Estados.

Palestina, Espanha.


e) “O Governo é politicamente responsável perante a Assembleia da República e o Presidente da República”. Explicite o significado desta expressão.
Sim, pois o Governo é o orgão central sendo por isso quem gere o país e toma as decisões.

6.Observe a imagem "Funções do Estado".

6.1.Explicite os seguintes conceitos:
a) Estado Polícia; Assegura a segurança, funçoes nucleares;

b) Estado-Providência;
c) Estado intervencionista;
d) Bens públicos;
e) Externalidades, também chamadas economias (ou deseconomias) externas, cujos efeitos podem ser positivos ou negativos - em termos de custos ou de benefícios - gerados pelas atividades de produção ou consumo exercidas por um agente econômico e que atingem os demais agentes, sem que haja incentivos econômicos para que seu causador produza ou consuma a quantidade referente ao custo de oportunidade social. Na presença de externalidade, o custo de oportunidade social de um bem ou serviço se difere do custo de oportunidade privado, fazendo com que haja incentivos não eficientes do ponto de vista social. Portanto, externalidades referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participaram dessa decisão.


6.2. Mostre que a educação têm externalidades positivas.
O facto da nossa habitação se localizar perto da escola isso facilita-nos a nossa deslocação, poupando-nos quer em gasto de energias, como em tempo  e até mesmo a nivel monetário, o que leva a um conjunto de aspectos positivos.
Um bem é publico quando uma vez provido pelo Estado fica disponivel para a generalidade dos cidadaos, sem hipotese de excluir alguns dos acessos ao mesmo. Ex: estrada nacional.
Estado que intervem na economia.
c) Identifique o órgão com maior poder em termos de condução da política económica.
É o Governo.


b) Indique as competências genéricas de cada órgão.Tribunal: resolver conflitos, poder juridico; Pres. da republica: dissolver a A.R, representar a nação; A.R: poder legislativo (fazer as leis); Governo: orgão central, orgão da administração pública, gerir o país, poder executivo.

5. Consulte a Constituição da República Portuguesa.

a) Identifique os órgãos de soberania do sistema político português. 
Tribunais, Presidente da Republica, Assembleia da Republica, Governo.

b) Explique a tendência de uma Nação pretender constituir o seu Estado.
Define-se como Nação a reunião de pessoas, da mesma raça, falando o mesmo idioma e tendo os mesmos costumes, formando, assim, um povo, cujos elementos componentes trazem consigo as mesmas características raciais e se mantêm unidos pelos hábitos, tradições, religião, língua e consciência nacional. A tendência de uma nação deve constituir o seu Estado, tendo como objectivo, governar e dicidir o seu futuro.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Economias de Mercado versus Economias de Direcção Central

1. Distinga Economias de Mercado de Economias de Direcção Central quanto:

a) à articulação entre os planos dos diferentes agentes;
Na economia de mercado a articulação é nula, os planos estabelecidos são independentes,cada agente tem um plano na economia de direção central existe uma autoridade que fixa o que os consumidores devem consumir,todos os planos estão centralizados num só unico plano.
b) à forma como são determinados os preços;
Na economia de mercado os preços são determinados com base na oferta-procura, na economia de direção central a autoridade economica central e que estipula os preços.
c) ao tipo de planeamento;
Na economia de mercado o planeamento é indicativo, na economia de direção central o planeamento é indicativo.


d) à propriedade dos meios de produção;
Na economia de mercado os meios de produção são defenidos em base das empresas e pelas opçoes da familia, na economia de direção central as unidades de produção produzem e as familias consomem.
e) à equidade ao nível da repartição do rendimento.
Na economia de mercado os trabalhadores tem rendimentos diferentes cosoante o tipo de trabalho e no economia de direção central existe apenas o rendimento do trabalho. 

2. As unidades de produção nas Economias de Direcção Central tinham como objectivo cumprir as metas fixadas no plano pela AEC. Nas Economias de Mercado as empresas que não forem suficientemente competitivas vão à falência.

2.1. Qual dos dois modelos de organização da actividade económica conduz a uma mais rápida adopção de novas tecnologias. Justifique.
São as economias de mercado, pois se não estiverem abertas a uma adopção mais rápida as novas tecnologias, provavelmente irão ser superadas pelas outras empresas e isso pode abrir uma hipótese para serem escluídas so mercado.

2.2. Combinando o acelerado progresso tecnológico com a globalização dos mercados e os factores políticos, justifique o colapso das Economias de Direcção Central.
As economias de mercado necessitam de se adaptar mais rapidamente ás novas tecnologias, devido á existencia de muita concorrencia, pois a competição entre empresas é fundamental.


3. Quanto custa o computador portátil? [Magalhães]
O custo depende das condições económicas das famílias, que se reflecte nos escalões da Acção Social Escolar (ASE) dos alunos:
- gratuito para os alunos do escalão A da ASE;
- 20 Euros para os alunos do escalão B da ASE;
- 50 Euros para os alunos não abrangidos pela ASE.
Comente a lógica implícita no preço estabelecido para o computador Magalhães pelo Governo, justificando a economia portuguesa como economia mista.
Mecanismo tipo de EDC, quem tem menos rendimento tem direito a possuir os bens a um preço mais baixo.

4. "À medida que os preços se afastam do nível de mercado, sendo fixados discricionariamente pelo Estado, aumentam as possibilidades de corrupção".
Comente fazendo referência às 3200 casas atribuídas por cunha em Lisboa (EXPRESSO/Assinatura) a artistas, jornalistas, amigos políticos que pagam em média €35 de renda, sabendo que o escândalo começou há 30 anos.
Quando o estado intrevem na economia aumenta a possibilidade de haver uma má distribuição de bens. Existe uma má distribuição dos bens pois dão casas (por exemplo) casas pelo um preço baixo, e quem precisa realmente não dão casas e essas tais pessoas tem rendas elevadissimas, por este exemplo dizemos que existe uma má distribuição de bens.