segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Exemplos de Intervenção do Estado na Economia

Refere-te a cada uma das falhas de mercado, justificando a intervenção do Estado. Ilustra a tua resposta com exemplos da realidade portuguesa.


Ineficiência- (intervenção do governo) incentivo á concorrência; intervenção nos mercados; apoio de atividades de beneficiência. Quanto aos exemplos da atualidade são: leis anti-trust, desregulação; leis anti-poluição; imposiçoes anti-tabagismo; criar sistemas de orientação; promover a educação pública.

Desigualdade- (intervenção do governo) redistribuição do rendimento. Quanto aos exemplos da atualidade são: impostos progressivos sobre o rendimento e riqueza/ programas de apoio ao rendimento (por ex: senhas de alimentação).

Problemas macroeconómicos- (intervenção do governo) estabilizar atraves de politicas macroeconómicas. Quanto aos exemplos da atualidade são: politicas monetárias (por ex: alteração na oferta da moeda, taxas de juros); politicas orçamentais (por ex: programas de impostos e despesas).

Crescimento económico lento-
(intervenção do governo) estimular o crescimento.Quanto aos exemplos da atualidade são: melhorar a eficiência a administração fiscal; aumentar a taxa de poupança nacional ao reduzir o défice, ou aumentar no excendente orçamental.

Assim qualquer um sabe governar

Os esforços exigidos e os que se anunciam não têm qualquer justificação. São uma teimosia de um monetarista que não se interessa pelas causas do défice, mas simplesmente pelo seu equilíbrio, para “recuperar a confiança dos mercados”, afirmação que por si só revela na actualidade, “uma completa falta de percepção do que se está a passar na economia internacional”.

Pedro Lains compara as propostas de Vítor Gaspar com o “ajustamento profundo” do Chile nos anos 1980, para concluir que a sua estratégia está “profundamente desactualizada e mesmo errada”.

Vítor Gaspar terá perdido a legitimidade para conduzir a política económica quando utilizou “uma carta fora do baralho: a contracção sem limites de salários - e mais aumento de impostos. Assim qualquer um sabe governar”.

Há alternativa? Claro que há. A primeira coisa a fazer é “começar por reconhecer as causas das coisas”.


1. Verifique que tomar medidas sem ter em consideração as causas dos fenómenos é revelador de uma atitude doutrinária.
Ninguém pode tomar atitudes baseando-se na fé, mas este governo guia-se pela fé no funcionamento dos mercados.
2. Indique os pontos em comum apontados por Pedro Lains entre a actualidade de Portugal e o Chile dos anos 1980.
Rendimento per capita baixo seguramente.
3. Justifique o título do artigo “Uma carta fora do baralho”.
Carta fora do baralho porque esta politica não foi apresentada na campanha e sufragada.

4. Em Economia, antes de tomar decisões é necessário “começar por reconhecer as causas das coisas”. Mostre a necessidade de uma a científica para resolver os problemas económicos.
Observa-se a realidade, constróiem-se hipóteses para verificar se as mesmas são válidas.
5. Critique dois aspectos da agenda de transformação estrutural da economia portuguesa referidos no artigo de Nicolau Santos, abaixo.
Flexibilização do mercado de trabalho (que nos permitirá trabalhar com regras cada vez mais próximas dos chineses) e a reforma do sistema judicial (de que, até agora não tivemos nenhuma noticia).
Observa-se a realidade, constroiem-se hipoteses explicativas e depois testam-se as hipoteses para verificar se as mesmas são válidas.

O papel económico do Estado

Explícita as principais funções económicas do Estado.
O governo aumenta a eficiência ao promover a concorrência, ao combater externalidades, como a poluição e ao fornecer bens públicos; o governo promove a equidade, ao usar os impostos e programas de despesa, de redistribuir o rendimento a grupos especificos; o governo estimula o crescimento e a estabilidade macro-económicos- reduzindo o desemprego e a inflação enquanto estimula o crescimento económico- atraves da politica orçamental  e da regulação monetária.

A mão invisível de Adam Smith

1. O que entende por " Mão Invisível"?
 A "Mão invisivel" é o mecanismo dos preços.

2. Sob certas condicionantes restritivas, uma economia concorrencial é eficiente. Explicita o que se entende por uma economia produzir eficientemente.
Quando não pode aumentar o bem-estar económico de alguém, sem piorar o de outro indivíduo.
3. Se a “Mâo Invisível” funcionar eficientemente, a intervenção do Estado na economia quase de certeza que é prejudicial. Justifica.
Se a mão invisivel funcionar corretamente, nas falhas de mercado, externalidades ao mercado ou repartição do rendimento, a doutrina da mao invisivel de Adam Smith deixa de funcionar e o governo será tentado a corrigir. Mas sem esses três factores, a mão invisivel de Adam smith funciona na perfeição, sem ser preciso  a intervenção do estado.

4. Identifica os três motivos que Samuelson refere de alcance limitado para a doutrina da “Mâo Invisível”.
Falhas de mercado- tem a ver com os monopólios e outras formas de concorrencia imperfeita. Externalidades ao mercado- externalidades positivas como as descobertas cientificas e negativas como a poluição, repartição do rendimento- politica eticamente incorreta.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Estado Noções e funções

1.Verifique que a intervenção do Estado na economia não é consensual.
A intervenção do estado não é consensual, pois nem toda a gente pensa a mesma coisa sobre o estado, agora estamos a pessar pelo estado minimo.


2. Explicite os fundamentos ideológicos das posições doutrinárias apresentadas por SAMUELSON.
Os fundamentos ideológicos de samuelson são: que até ao século XIX foi a era do laissez-faire (deixa andar), esta ideologia aponta para que o estado interfira o menos possivel, mas á cerca de um século o papel do governo expandiu-se continuamente regulando os mónopólios, cobrando impostos sobre o rendimento e começando a assegurar seg.social aos idosos, desempregados e pobres, designado por- Estado Providência.


3. Relacione a globalização das economias com a viragem assinalada por volta dos anos 1990.A viragem mais radical em relação ao mercado ocorreu na rússia e nos paises socialistas na europa leste, em 1990 estes paises começaram a abandonar o planeamento central e iniciarem a dificil transição para uma economia de mercado descentralizada.

4. São elementos constitutivos do Estado a população, o território e o poder político.

a) Defina Estado.Conjunto das instituições (governo, forças armadas, funcionalismo público etc.) que controlam e administram uma nação"; "país soberano, com estrutura própria e politicamente organizado.
.0c) Dê exemplos de Estados que não correspondem a Nações.

Estado Vaticano.


d) Dê exemplos de Nações que não constituíram os seus Estados.

Palestina, Espanha.


e) “O Governo é politicamente responsável perante a Assembleia da República e o Presidente da República”. Explicite o significado desta expressão.
Sim, pois o Governo é o orgão central sendo por isso quem gere o país e toma as decisões.

6.Observe a imagem "Funções do Estado".

6.1.Explicite os seguintes conceitos:
a) Estado Polícia; Assegura a segurança, funçoes nucleares;

b) Estado-Providência;
c) Estado intervencionista;
d) Bens públicos;
e) Externalidades, também chamadas economias (ou deseconomias) externas, cujos efeitos podem ser positivos ou negativos - em termos de custos ou de benefícios - gerados pelas atividades de produção ou consumo exercidas por um agente econômico e que atingem os demais agentes, sem que haja incentivos econômicos para que seu causador produza ou consuma a quantidade referente ao custo de oportunidade social. Na presença de externalidade, o custo de oportunidade social de um bem ou serviço se difere do custo de oportunidade privado, fazendo com que haja incentivos não eficientes do ponto de vista social. Portanto, externalidades referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participaram dessa decisão.


6.2. Mostre que a educação têm externalidades positivas.
O facto da nossa habitação se localizar perto da escola isso facilita-nos a nossa deslocação, poupando-nos quer em gasto de energias, como em tempo  e até mesmo a nivel monetário, o que leva a um conjunto de aspectos positivos.
Um bem é publico quando uma vez provido pelo Estado fica disponivel para a generalidade dos cidadaos, sem hipotese de excluir alguns dos acessos ao mesmo. Ex: estrada nacional.
Estado que intervem na economia.
c) Identifique o órgão com maior poder em termos de condução da política económica.
É o Governo.


b) Indique as competências genéricas de cada órgão.Tribunal: resolver conflitos, poder juridico; Pres. da republica: dissolver a A.R, representar a nação; A.R: poder legislativo (fazer as leis); Governo: orgão central, orgão da administração pública, gerir o país, poder executivo.

5. Consulte a Constituição da República Portuguesa.

a) Identifique os órgãos de soberania do sistema político português. 
Tribunais, Presidente da Republica, Assembleia da Republica, Governo.

b) Explique a tendência de uma Nação pretender constituir o seu Estado.
Define-se como Nação a reunião de pessoas, da mesma raça, falando o mesmo idioma e tendo os mesmos costumes, formando, assim, um povo, cujos elementos componentes trazem consigo as mesmas características raciais e se mantêm unidos pelos hábitos, tradições, religião, língua e consciência nacional. A tendência de uma nação deve constituir o seu Estado, tendo como objectivo, governar e dicidir o seu futuro.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Economias de Mercado versus Economias de Direcção Central

1. Distinga Economias de Mercado de Economias de Direcção Central quanto:

a) à articulação entre os planos dos diferentes agentes;
Na economia de mercado a articulação é nula, os planos estabelecidos são independentes,cada agente tem um plano na economia de direção central existe uma autoridade que fixa o que os consumidores devem consumir,todos os planos estão centralizados num só unico plano.
b) à forma como são determinados os preços;
Na economia de mercado os preços são determinados com base na oferta-procura, na economia de direção central a autoridade economica central e que estipula os preços.
c) ao tipo de planeamento;
Na economia de mercado o planeamento é indicativo, na economia de direção central o planeamento é indicativo.


d) à propriedade dos meios de produção;
Na economia de mercado os meios de produção são defenidos em base das empresas e pelas opçoes da familia, na economia de direção central as unidades de produção produzem e as familias consomem.
e) à equidade ao nível da repartição do rendimento.
Na economia de mercado os trabalhadores tem rendimentos diferentes cosoante o tipo de trabalho e no economia de direção central existe apenas o rendimento do trabalho. 

2. As unidades de produção nas Economias de Direcção Central tinham como objectivo cumprir as metas fixadas no plano pela AEC. Nas Economias de Mercado as empresas que não forem suficientemente competitivas vão à falência.

2.1. Qual dos dois modelos de organização da actividade económica conduz a uma mais rápida adopção de novas tecnologias. Justifique.
São as economias de mercado, pois se não estiverem abertas a uma adopção mais rápida as novas tecnologias, provavelmente irão ser superadas pelas outras empresas e isso pode abrir uma hipótese para serem escluídas so mercado.

2.2. Combinando o acelerado progresso tecnológico com a globalização dos mercados e os factores políticos, justifique o colapso das Economias de Direcção Central.
As economias de mercado necessitam de se adaptar mais rapidamente ás novas tecnologias, devido á existencia de muita concorrencia, pois a competição entre empresas é fundamental.


3. Quanto custa o computador portátil? [Magalhães]
O custo depende das condições económicas das famílias, que se reflecte nos escalões da Acção Social Escolar (ASE) dos alunos:
- gratuito para os alunos do escalão A da ASE;
- 20 Euros para os alunos do escalão B da ASE;
- 50 Euros para os alunos não abrangidos pela ASE.
Comente a lógica implícita no preço estabelecido para o computador Magalhães pelo Governo, justificando a economia portuguesa como economia mista.
Mecanismo tipo de EDC, quem tem menos rendimento tem direito a possuir os bens a um preço mais baixo.

4. "À medida que os preços se afastam do nível de mercado, sendo fixados discricionariamente pelo Estado, aumentam as possibilidades de corrupção".
Comente fazendo referência às 3200 casas atribuídas por cunha em Lisboa (EXPRESSO/Assinatura) a artistas, jornalistas, amigos políticos que pagam em média €35 de renda, sabendo que o escândalo começou há 30 anos.
Quando o estado intrevem na economia aumenta a possibilidade de haver uma má distribuição de bens. Existe uma má distribuição dos bens pois dão casas (por exemplo) casas pelo um preço baixo, e quem precisa realmente não dão casas e essas tais pessoas tem rendas elevadissimas, por este exemplo dizemos que existe uma má distribuição de bens.