1. Em entrevista ao EXPRESSO, Soares dos Santos justificou por que motivos se sentiu injustamente atacado.
Apresenta dois.
Soares dos Santos começa por afirmar a sua auturidade ao dizer " Tenho o direito de defender o meu patrimonio" e o facto das pessoas terem começado a especular sobre o assunto sem sequer terem recolhido alguma informação antes, indignou-o.
2. Apesar de a decisão de Soares dos Santos ser economicamente racional, ser legal, e corresponder rigorosamente ao comportamento de outros grupos económicos, observe que continua a ser moralmente criticável.
Continua a ser moralmente criticável pela sua falta de patriotismo e de coerência no seu discurso, uma vez
que a sua decisão vai contra as campanhas publicitárias que tem vindo a produzir face ao Pingo Doce, afirmando a sua preferência pelos produtos nacionais .
3. "O erro do Brasil só foi estudado em 2010 porque o trauma foi muito grande. Por isso recorri a um professor português do MIT e do INSEAD..."
Justifica a propensão comum à generalidade dos empresários de recorrem a economistas depois de terem passado por algum "susto".
Os empresários na maioria dos casos só recorrem a economistas quando apanham um "susto", porque até lá achavam-se conhecedores de economia, o que nem sempre se comprova.
4. Extrai da entrevista três motivos que poderão levar os empresários portugueses a preferir pagar impostos na Holanda.
5. Verifica que Soares dos Santos procura abstrair-se de questões emocionais, justificando a sua responsabilidade "profissional".
6. Se a generalidade dos empresários portugueses não acreditasse na hipótese de Portugal no Euro, e deslocalizasse as suas actividades, que consequências imediatas teria essa atitude sobre a economia portuguesa?
Em que medida a proposta de Jean-Claude Trichet, de "um futuro ministério das finanças europeu seria responsável por supervisionar a vigilância tanto das políticas fiscais como das políticas de competitividade (..)" resolveria os problemas da economia portuguesa?
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